All for love

25 junho 2007

O mais importante

O que é mais importante: perdoar ou pedir perdão?
Quem perdoa mostra que ainda acredita no amor. Quem pede perdão mostra que ainda existe amor para quem acredita. Não importa saber qual das duas é a mais importante, o mais importante é saber que perdoar é o modo mais sublime de crescer e pedir perdão é o modo mais sublime de se levantar.

O que é mais importante: amar ou ser amado?
Amar significa tudo aquilo que todos devem fazer. Ser amado significa tudo aquilo que todos desejam. Não importa saber qual das duas é a mais importante, o mais importante é saber que ninguém pode amar sem se esquecer de si mesmo e ninguém pode ser amado sem se lembrar dos outros.

O que é mais importante: abrir a porta ou abrir o coração?
Quem abre a porta mostra que vai receber alguém, quem abre o coração não quer que ninguém fique de fora. Não importa saber qual das duas é a mais importante, o mais importante é saber que abrir a porta é o modo delicado de ser bom e abrir o coração é o modo divino de amar.

O que é mais importante: ir à lua ou ficar na terra?
Quem vai à lua vê mais um tanto de tudo o que Deus fez. Quem fica na terra vê mais um tanto do que o homem pode fazer. Não importa saber qual das duas é a mais importante, o mais importante é saber que quem vai à lua deve voltar à terra e quem fica na terra deve ir aos outros.

O que é mais importante: dar ou estender as mãos?
Quem dá mostra que se despoja de alguma coisa. Quem estende as mãos mostra que quer alcançar alguém. Não importa saber qual das duas é a mais importante, o mais importante é saber que dar é um gesto de bondade e estender as mãos é um gesto de humildade.

O que é mais importante: levar rosas ou enxugar lágrimas?
Quem leva rosas mostra que se lembrou de alguém na felicidade. Quem enxuga lágrimas mostra que não esqueceu de alguém na infelicidade. Não importa saber qual das duas é a mais importante, o mais importante é saber que levar rosas é um gesto de amor que todos fazem e enxugar lágrimas é um gesto que só o amor faz a todos.

21 junho 2007

Ler é caminho para Aprender


Hoje em dia e generalizando verifica-se que as crianças dedicam pouco tempo e espaço para a leitura, facto que influencia fortemente a qualidade da aprendizagem e futuros hábitos de leitura. Mais espaço ocupam a televisão, a playsation, a Internet e os jogos electrónicos, no quotidiano das crianças, que por si só, não permitem abertura a actividades desta natureza e ao mesmo tempo isolam mais as crianças do contacto real com os outros.
Neste sentido é necessário motivar os pais e outros familiares para um maior incentivo à promoção da literacia das crianças e à participação na dinamização de actividades relacionadas com a leitura.
Se pretendemos ter jovens e adultos leitores informados e capazes de obter informação, teremos que começar por estimular as crianças desde muito cedo. E embora a escola tenha um papel preponderante nesta matéria, também a família tem os seus deveres e obrigações. Quanto mais precoce for a estimulação da leitura na criança, melhor será a sua evolução a nível das várias aquisições, quer no domínio cognitivo, quer no domínio afectivo e psicomotor.
O Livro é um instrumento de permanente formação, mas a criança não nasce a gostar de livros. Os pais, familiares ou outros com quem ela mantém contacto, têm uma grande influência e ela é decisiva para formar leitores que desenvolvem a prática da leitura ao longo da vida, daí que seja fundamental estabelecer momentos propícios para a partilha do livro. É através desse tempo dedicado ao mimar da história que se incute na criança o gosto pelo Livro.
De igual modo, esta actividade aproximará mais os adultos das crianças, uma vez que as relações afectivas irão beneficiar destes momentos de partilha, tal como motivará os adultos a ler mais.
A não esquecer: “O interesse da criança pela leitura depende de nós, principia no lar, aperfeiçoa-se na escola e continua pela vida fora.”
E com as férias a chegar é um bom momento para começar…

30 maio 2007

Tenho saudades de outros tempos...

Recordo o antigamente ainda próximo da memória. Lembro-me dos tempos passados na varanda, no campo de flores, no banco do jardim…em conversas cheias de sentimento sincero. Recordo a cumplicidade e união, o aprofundamento, o toque, o sorriso… como os melhores tempos da minha vida. Vejo o prazer de tudo isso e sinto falta.
Hoje as modernices da sociedade vão ganhando terreno e apesar de compreender e de também fazer uso de todas as vantagens que elas trazem para a nossa vida, receio os exageros.
Tento proteger-me desta espécie de contaminação social, mais presente na juventude, onde a comunicação é quase toda feita de forma electrónica. Podemos estar longe, mas ficamos tão perto. E será que estamos mesmo perto? As conversas são tão vazias, tão desprovidas de sentimento, tão básicas, com expressões tão célebres como o “lol”, que a mim diz tão pouco ou quase nada. Faço resistência a esta nova forma de comunicar, mas onde ficará o meu lugar?
As pessoas parecem não esforçar-se muito para ter contacto real e refugiam-se atrás do ecrã, como se o mundo virtual nos fizesse a todos mais felizes. Somos atraídos pelo facilitismo, julgamo-nos mais protegidos e libertamo-nos dos constrangimentos das outras conversas. Escapamo-nos da timidez e recriamos personalidades por detrás do computador.
Os especialistas mais pessimistas consideram como efeitos perversos desta tecnologia a sua capacidade de nos tornarmos cada vez menos humanos, acentuando a diminuição das reais relações sociais e da comunicação familiar. Em suma, o cavar mais fundo um fosso de solidão, de desencontro dos outros e de nós próprios. No limite, o tornarmo-nos seres comandados pela realidade virtual.
E nós? Não estaremos a prescindir da convivência social e das relações afectivas? Não estaremos a navegar horas intermináveis, deixando pouco espaço para outras coisas?
O desejável seria que cada pessoa tivesse uma vida social no mundo real, pois de outra forma estaremos a acentuar os medos e as dificuldades que nos impedem de crescer e enfrentar o outro.
…ficam as saudades de um regresso às “conversas de amor” e a tentativa de terminar as conversas de circunstância, onde não há espaço para a entrega de nós mesmos, no coração.

30 março 2007

A Igualdade começa em si

Consta no dicionário que a palavra MOBILIDADE caracteriza o estado daquilo que é móvel ou que obedece às leis do movimento e que a ACESSIBILIDADE é definida pela facilidade na aproximação, no trato ou na obtenção. Isto, para dizer que se para muitos a mobilidade é condicionada, para todos é preciso criar acessibilidades.

É verdade que reclamamos dos nossos líderes governamentais medidas curativas nos espaços das nossas cidades, vilas, aldeias, instituições... e que muito ainda está por fazer. Pretende-se que até 2010 a Europa se torne inclusiva para todos, sem qualquer excepção, mas faltam apenas três anos e Portugal corre a um ritmo muito lento para fazer parte desta Europa.

E enquanto estas medidas curativas vão chegando devagar, para os passeios demasiado altos, para os degraus inacessíveis, para os passeios com obstáculos (sinais, árvores, marcos do correio, esplanadas, carros...), para as instituições...entre outros, cabe a cada um de nós intervir, no sentido de dar conhecimento destes espaços sem acessibilidades, reclamando soluções. Também podemos adoptar medidas preventivas no sentido de acabar com as limitações e com a exclusão. Então imagine que vai fazer uma casa, será que precisa de pôr aqueles degraus que não facilitam a entrada do carrinho do bebé, será que não pode tirar os vasos para receber o pai que anda com canadianas, será que não pode deixar as portas com a largura suficiente para a passagem da cadeira de rodas...são exemplos do que se pode evitar para tornar a sua casa acessível a todos. Temos ainda que pensar mais nos nossos actos para proporcionar acessibilidades, o carro precisa mesmo de estar em cima do passeio?

É preciso multiplicar sensibilidades, dar visibilidade ao problema, não ignorar o outro que enfrenta dificuldades hoje, mas que amanhã também poderei ser eu. E se acha que este é o problema de uma minoria e que não merece a sua preocupação, registe este dado: 60% da população tem mobilidade reduzida. E dos 40% restantes muitos têm-na em algum momento da vida. Pensem nas crianças, velhinhos, deficientes, doentes, grávidas,...

Não precisamos falar mais de igualdade de oportunidades, precisamos é de fazer as igualdades.

Pode consultar www.rededemobilidade.org

25 fevereiro 2007

Coma melhor, por si e pelos seus filhos!

A alimentação é um dos factores ambientais que mais interfere na qualidade e na duração da vida humana. Causa mais que justa para não se descuidar.
“A alimentação faz-nos pequenos ou grandes, imbecis ou inteligentes, frágeis ou fortes, apáticos ou intervenientes, insociáveis ou capazes de saudável convivência, mata-nos cedo, ainda em embrião no ventre materno, ou tarde, no caso de uma vida plena.” (Emílio Pires).
No entanto, e apesar, da afirmação não ser novidade, a obesidade ganha cada vez mais terreno, sendo considerada um dos problemas mais generalizados pela actualidade, que acarreta consigo as doenças cardiovasculares, diabetes, colesterol, hipertensão, apneia do sono, problemas ortopédicos, entre outros.
Apesar de afectar crianças e adultos, a preocupação maior fica nas primeiras: estima-se que mais de 31% das crianças portuguesas entre os 7 e os 9 anos sofre de obesidade. A obesidade infantil para além de problemas de saúde traz consigo dificuldades em termos de socialização, uma vez que provoca uma baixa auto-estima.
Resta falar do que está por detrás disto tudo, ou no caso, do que está em cima da mesa… a maioria das crianças segue uma alimentação hipercalórica, rica em gordura e açúcar e pobre em frutos e vegetais. Na balança estão os mais pesados, como as batatas fritas e os alimentos à base de chocolate e açúcar, com os mais leves, como os pratos de sopas e legumes. E se os mais novos possuem, de facto, maus hábitos alimentares, talvez seja porque aprenderam “com alguém”. Daí que seja fundamental os adultos seguirem uma dieta saudável e equilibrada, servindo de exemplo para os mais novos.
Mantenha-se afastado dos restaurantes fast food, que até são mais baratos, e pastelarias e promova o gosto pela actividade física. Não se deixe levar na onda das publicidades, que quase nunca estão preocupadas com a sua saúde.
E se ainda não ficou convencido vale a pena lembrar que uma má alimentação origina doenças, diminui as defesas e atrasa o desenvolvimento.

30 janeiro 2007

25 janeiro 2007

Mudanças...

Hoje existem edifícios mais altos e estradas mais largas, porém temperamentos pequenos e pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, porém desfrutamos menos.
Temos casas maiores, porém famílias menores.
Temos mais compromissos, porém menos tempo.
Temos mais conhecimentos, porém menos discernimento.
Temos mais remédios, porém menos saúde.
Multiplicamos nossos bens, porém reduzimos nossos valores humanos.
Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais.
Chegamos à Lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer nosso vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.
Temos dinheiro, porém menos moral.
É tempo de mais liberdade, porém de menos alegrias.
Tempo de mais comida, porém menos vitaminas.
Dias em que chegam dois salários em casa, porém aumentam os divórcios.
Dias de casas mais lindas, porém de lares desfeitos.
Por tudo isso, proponho que de hoje e para sempre n
ão deixe nada “para uma ocasião especial”, porque cada dia que você viver será uma ocasião especial.
Procure Deus, conheça-O, leia mais, sente na varanda e admire a paisagem sem se importar com as tempestades.
Passe mais tempo com a sua família e com os seus amigos, coma a sua comida preferida, visite os lugares que ama.
A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados, não apenas para sobreviver.
Use as suas taças cristal, não guarde o seu melhor perfume, é bom usá-lo cada vez que sentir vontade.
As frases “Um desses dias”, “Algum dia”, elimine-as do seu vocabulário.
Escreva aquela carta que pensava escrever “Um desses dias”.
Digamos a nossos familiares e amigos o quanto os amamos.
Por isso não protele nada daquilo que somaria a sua vida sorrisos e alegria.
Cada dia, hora e minuto são especiais... e você não sabe se será o último...

Autor Desconhecido