A necessidade de ajudar
Não é preciso pensar muito para perceber que no mundo há muitos que precisam da nossa ajuda. Também não é novidade com certeza que as nossas vidas são cada vez mais uma correria e que nos estamos a tornar cada vez mais egoístas...preocupados com o nosso dinheiro, os nossos bens, os nossos prazeres...
Mas do outro lado existe sempre alguém que sofre, que precisa e muitas vezes a ajuda está à distância de um simples gesto. Ser solidário não é mais do que pensar que existe alguém ao nosso lado, que é tanto como eu e tem os mesmos direitos e a mesma dignidade.
Mas então como se aprende a ser solidário? Como podemos deixar de ser indiferentes ao mundo que nos rodeia?
Na escola, na catequese, professores e catequistas alertam os mais novos para a necessidade de ajudar. Procuram sensibilizar as crianças para os problemas com a natureza, a fome ou até a necessidade de reciclar. Mas será que é suficiente?
Ninguém nega a importância de um professor ou de um catequista na vida de uma criança, mas o processo de aprendizagem começa em casa onde a criança irá passar grande parte do seu tempo. A vontade de ajudar terá começar nas rotinas diárias, nas pequenas tarefas do dia a dia.
Pais ensinem os vossos filhos a ajudar, os jovens são o futuro de amanhã e vocês são o exemplo que eles irão seguir.
De que vale um professor explicar muito bem o desenrolar de todo o processo de reciclagem, se depois em casa o processo pára ou nem sequer existe. Para quê incentivar uma criança a dar, se a filosofia lá de casa é apenas o consumismo.
Precisamos de unir forças, de caminhar todos no mesmo sentido. Os primeiros anos de vida são essenciais para despertar nas crianças a vontade de ajudar os outros, o processo de aprendizagem é longo, mas muito vantajoso.
Não se esqueçam que é desde pequeno que se aprende a estar ao alcance de quem precisa. As vantagens, essas, não se verão apenas nos outros, pois quem ajuda sente-se útil, responsável e feliz!
Mas do outro lado existe sempre alguém que sofre, que precisa e muitas vezes a ajuda está à distância de um simples gesto. Ser solidário não é mais do que pensar que existe alguém ao nosso lado, que é tanto como eu e tem os mesmos direitos e a mesma dignidade.
Mas então como se aprende a ser solidário? Como podemos deixar de ser indiferentes ao mundo que nos rodeia?
Na escola, na catequese, professores e catequistas alertam os mais novos para a necessidade de ajudar. Procuram sensibilizar as crianças para os problemas com a natureza, a fome ou até a necessidade de reciclar. Mas será que é suficiente?
Ninguém nega a importância de um professor ou de um catequista na vida de uma criança, mas o processo de aprendizagem começa em casa onde a criança irá passar grande parte do seu tempo. A vontade de ajudar terá começar nas rotinas diárias, nas pequenas tarefas do dia a dia.
Pais ensinem os vossos filhos a ajudar, os jovens são o futuro de amanhã e vocês são o exemplo que eles irão seguir.
De que vale um professor explicar muito bem o desenrolar de todo o processo de reciclagem, se depois em casa o processo pára ou nem sequer existe. Para quê incentivar uma criança a dar, se a filosofia lá de casa é apenas o consumismo.
Precisamos de unir forças, de caminhar todos no mesmo sentido. Os primeiros anos de vida são essenciais para despertar nas crianças a vontade de ajudar os outros, o processo de aprendizagem é longo, mas muito vantajoso.
Não se esqueçam que é desde pequeno que se aprende a estar ao alcance de quem precisa. As vantagens, essas, não se verão apenas nos outros, pois quem ajuda sente-se útil, responsável e feliz!

