Vale a pena correr tantos riscos
É cada vez menos seguro andar na estrada, os acidentes rodoviários são uma constate. São os limites de velocidade que ninguém cumpre, quando todos sabem que a velocidade mata, e muitas outras regras de trânsito que não se respeitam. Afinal porque é que elas existem? Será que elas não fazem sentido, que quem as inventou estava completamente doido?! A mim parece-me que as regras de trânsito são extremamente importantes e que devem ser cumpridas à risca.
Há relativamente pouco tempo li um artigo que dizia claramente: “Os acidentes rodoviários matam mais que todas as guerras juntas!!”. Isto dá que pensar…afinal quando todos proclamamos o NÃO às guerras, elas acabam por existir bem perto de nós, apenas camufladas. Hoje em dia andar na estrada parece realmente tornar-se uma “guerra”, pois a qualquer momento pode cair um “bomba” em cima de nós. E os estragos que esta pode criar são na maioria das vezes irremediáveis.
Procuro encontrar explicações para isto, mas não consigo descobrir respostas…provavelmente as pessoas continuam a confiar demasiado na sorte e em Nossa Senhora de Fátima, ou então pensam que só acontece aos outros!!
O prazer da velocidade, a pressa de chegar(quando muitas das vezes nem chegam ao destino), parecem ser as principais razões apontadas. A minha pergunta é: o que é isto comparado ao prazer de estarmos na companhia daqueles que mais amamos?
Tenho verificado que felizmente se continua a apostar na prevenção, com a recente campanha “É melhor parar por aqui!”, onde se ouvem relatos verdadeiramente arrepiantes. Mas ainda há muitas pessoas que não ouvem.
Por exemplo ninguém questiona que salvo algumas excepções, os pais amem os seus filhos. Então por que será que as expõem a tantos perigos: segundo as estatísticas 50% das crianças viajam à solta no automóvel, quando se sabe que basta circularmos a 30km/h para que esta esteja exposta a um grave perigo. Por que insistem em afirmar que não há tempo para proteger a criança, quando o melhor tempo que os pais passam com os seus filhos é enquanto eles estão vivos.
Infelizmente há muitos males que não podemos evitar nas nossas vidas, mas não cruzemos os braços àqueles que se podem evitar. Por favor pensem bem antes de arriscar…com a vida não se brinca!
Há relativamente pouco tempo li um artigo que dizia claramente: “Os acidentes rodoviários matam mais que todas as guerras juntas!!”. Isto dá que pensar…afinal quando todos proclamamos o NÃO às guerras, elas acabam por existir bem perto de nós, apenas camufladas. Hoje em dia andar na estrada parece realmente tornar-se uma “guerra”, pois a qualquer momento pode cair um “bomba” em cima de nós. E os estragos que esta pode criar são na maioria das vezes irremediáveis.
Procuro encontrar explicações para isto, mas não consigo descobrir respostas…provavelmente as pessoas continuam a confiar demasiado na sorte e em Nossa Senhora de Fátima, ou então pensam que só acontece aos outros!!
O prazer da velocidade, a pressa de chegar(quando muitas das vezes nem chegam ao destino), parecem ser as principais razões apontadas. A minha pergunta é: o que é isto comparado ao prazer de estarmos na companhia daqueles que mais amamos?
Tenho verificado que felizmente se continua a apostar na prevenção, com a recente campanha “É melhor parar por aqui!”, onde se ouvem relatos verdadeiramente arrepiantes. Mas ainda há muitas pessoas que não ouvem.
Por exemplo ninguém questiona que salvo algumas excepções, os pais amem os seus filhos. Então por que será que as expõem a tantos perigos: segundo as estatísticas 50% das crianças viajam à solta no automóvel, quando se sabe que basta circularmos a 30km/h para que esta esteja exposta a um grave perigo. Por que insistem em afirmar que não há tempo para proteger a criança, quando o melhor tempo que os pais passam com os seus filhos é enquanto eles estão vivos.
Infelizmente há muitos males que não podemos evitar nas nossas vidas, mas não cruzemos os braços àqueles que se podem evitar. Por favor pensem bem antes de arriscar…com a vida não se brinca!


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