30 janeiro 2007
25 janeiro 2007
Mudanças...
Hoje existem edifícios mais altos e estradas mais largas, porém temperamentos pequenos e pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, porém desfrutamos menos.
Temos casas maiores, porém famílias menores.
Temos mais compromissos, porém menos tempo.
Temos mais conhecimentos, porém menos discernimento.
Temos mais remédios, porém menos saúde.
Multiplicamos nossos bens, porém reduzimos nossos valores humanos.
Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais.
Chegamos à Lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer nosso vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.
Temos dinheiro, porém menos moral.
É tempo de mais liberdade, porém de menos alegrias.
Tempo de mais comida, porém menos vitaminas.
Dias em que chegam dois salários em casa, porém aumentam os divórcios.
Dias de casas mais lindas, porém de lares desfeitos.
Por tudo isso, proponho que de hoje e para sempre n
Procure Deus, conheça-O, leia mais, sente na varanda e admire a paisagem sem se importar com as tempestades.
Passe mais tempo com a sua família e com os seus amigos, coma a sua comida preferida, visite os lugares que ama.
A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados, não apenas para sobreviver.
Use as suas taças cristal, não guarde o seu melhor perfume, é bom usá-lo cada vez que sentir vontade.
As frases “Um desses dias”, “Algum dia”, elimine-as do seu vocabulário.
Escreva aquela carta que pensava escrever “Um desses dias”.
Digamos a nossos familiares e amigos o quanto os amamos.
Por isso não protele nada daquilo que somaria a sua vida sorrisos e alegria.
Cada dia, hora e minuto são especiais... e você não sabe se será o último...
22 janeiro 2007
Famílias e Escolas, aquele assunto!
As famílias demitem-se cada vez mais da sua função. As nossas famílias quase se especializam em tornar as crianças incompetentes. Os pais estão muito preocupados com a pressão, associada à super protecção ou rejeição, provocadas pela falta de confiança na criança. As crianças são cada vez mais dependentes e tristes. Reparem na alegria de uma criança quando lhe dizemos: “Boa, já não tens fralda!”, “Parabéns, comes sozinho!”, “Obrigado, por me ajudares a pôr a mesa!”...
“A criança passou a ser vista como um investimento, o consumo mais caro…”Sim, é verdade, coisas não lhes faltam, mas para que servem essas coisas? Distraem-nas, ocupam-nas...e depois? E as regras, a estabilidade afectiva, o desenvolvimento cognitivo e motor, a autonomia pessoal, a independência?...
De repente, a Escola ficou sozinha…mas a culpa não é da escola…”toda a gente se pirou”…e a escola passa a ser responsável por tudo. Os pais não investem na autonomia, talvez por acharem que é mais rápido e fácil fazer, do que ensinar a fazer. Assim, os professores necessitam de apostar mais na autonomia. Mas afinal qual é a função da escola? Será que os professores têm que ser também pais dos filhos dos outros? Os professores precisam cuidar-se um pouco: separar a escola da família (os professores também têm família). Há que ser generoso, mas não suicida. Os professores são professores e não médicos, psicólogos, terapeutas e muito menos pais!!
E não se esqueçam que em cada sala não há só uma criança, mas muitas. Com 20 crianças, por exemplo, é complicado ter em conta e juntar as particularidades. Se não nos ajudarem, as crianças ficam em perigo. O objectivo é o mesmo, mas as funções não.
Temos que nos juntar e mexer porque…Ninguém se salva sozinho!

