29 janeiro 2006
28 janeiro 2006
Oportunidades
Tudo começa com uma palavra, ou até com um gesto, quem sabe com uma acção.
As experiências de vida são diversificadas e em geral, quanto mais crescemos mais aprendemos, o problema é que às vezes não fazemos bom uso dessas aprendizagens.
Os jovens estão em descoberta, aprendem o que vêem, mas também experimentam o que não deveriam. Tudo não passa de um caminho sobre o qual fizeram a opção da direcção a seguir. Muitos ficam perdidos pelo caminho, alguns até sem direcção.
A sociedade assiste e muitas vezes intervêm. Afinal são os nossos jovens.
O que acontece é que a sociedade gosta de criticar, mas aposta mais na negativa. Isto é problemático. Enquanto alguns poderão ganhar força com as críticas, outros, e talvez em maior número, fraquejarão.
É preciso motivar a mudança positiva, dar bons exemplos, em suma, incentivar. Algum bêbedo deixou de beber por lhe chamarem bêbado, algum preguiçoso começou a trabalhar por lhe chamarem preguiçoso, algum inútil passou a ser útil por lhe mostrarem a sua inutilidade.
Parece pouco, mas é preciso acreditar que a boa mudança dos nossos jovens passa por oportunidades de mudar.
Mostrem-lhe o caminho, deixem espaço para optar, só que apostem nas oportunidades.
Ah e chega de os “meter todos no mesmo saco”, quem sabe se não vos surpreenderão.
As experiências de vida são diversificadas e em geral, quanto mais crescemos mais aprendemos, o problema é que às vezes não fazemos bom uso dessas aprendizagens.
Os jovens estão em descoberta, aprendem o que vêem, mas também experimentam o que não deveriam. Tudo não passa de um caminho sobre o qual fizeram a opção da direcção a seguir. Muitos ficam perdidos pelo caminho, alguns até sem direcção.
A sociedade assiste e muitas vezes intervêm. Afinal são os nossos jovens.
O que acontece é que a sociedade gosta de criticar, mas aposta mais na negativa. Isto é problemático. Enquanto alguns poderão ganhar força com as críticas, outros, e talvez em maior número, fraquejarão.
É preciso motivar a mudança positiva, dar bons exemplos, em suma, incentivar. Algum bêbedo deixou de beber por lhe chamarem bêbado, algum preguiçoso começou a trabalhar por lhe chamarem preguiçoso, algum inútil passou a ser útil por lhe mostrarem a sua inutilidade.
Parece pouco, mas é preciso acreditar que a boa mudança dos nossos jovens passa por oportunidades de mudar.
Mostrem-lhe o caminho, deixem espaço para optar, só que apostem nas oportunidades.
Ah e chega de os “meter todos no mesmo saco”, quem sabe se não vos surpreenderão.
27 janeiro 2006
Voltar à paixão

As paixões têm diversas situações e alvos. Apaixonamo-nos por seres vivos e não vivos. Umas ao longo da vida, outras por breves momentos, umas são substituídas, outras são eternas.
Por vezes só estamos certos de um fim de uma, quando aparece uma outra.
Mas é tão bom sentirmo-nos apaixonados. Aqueles momentos em que sorrimos a todo o instante, em que suspiramos e temos ataquem súbitos de alegria.
Ainda que dure muito pouco....
Por vezes só estamos certos de um fim de uma, quando aparece uma outra.
Mas é tão bom sentirmo-nos apaixonados. Aqueles momentos em que sorrimos a todo o instante, em que suspiramos e temos ataquem súbitos de alegria.
Ainda que dure muito pouco....
26 janeiro 2006
O amor é a amizade que se incendiou. Surge como serena compreensão, confiança, solidariedade e perdão.O amor permanece fiel no bem e no mal.Não exige a perfeição e é tolerante com as fraquezas humanas.
O amor se contenta com o presente; espera no futuro e não lamenta o passado.O amor aceita o dia-a-dia com a sua enfiada de irritações, problemas, obrigações, pequenos desapontamentos, grandes vitórias e objectivos singelos.Se o amor está na tua vida ele te ajudará a conquistar o que te falta.Se não está, por mais que possuas nunca será suficiente.
O amor se contenta com o presente; espera no futuro e não lamenta o passado.O amor aceita o dia-a-dia com a sua enfiada de irritações, problemas, obrigações, pequenos desapontamentos, grandes vitórias e objectivos singelos.Se o amor está na tua vida ele te ajudará a conquistar o que te falta.Se não está, por mais que possuas nunca será suficiente.
25 janeiro 2006
24 janeiro 2006
23 janeiro 2006
17 janeiro 2006
Prevenir hoje para não lamentar amanhã
Que alternativas são criadas pela família para diminuir o tempo excessivo que é gasto frente ao televisor ou na utilização do computador?
Que precauções são tomadas para que o acesso à Internet não seja deixado ao livre arbítrio dos jovens, nem em locais pouco vigiados e quais os equipamentos de protecção utilizados?
E quanto à selecção dos videojogos?
Sendo o sexo e a violência as imagens que mais frequentemente são visionadas por crianças e jovens desacompanhados, como evitar e atenuar os efeitos desses conteúdos, nomeadamente quanto à insensibilidade que o uso continuado ocasiona?
E como reverter o efeito que a fidelização à TV tem na visão distorcida da realidade? E no grau de transgressão às regras de conduta? E na indução do comportamento violento?
Como alterar as mudanças de hábitos que revelam ter sido mudado para a noite o período em que as crianças mais vêem televisão, acompanhando os adultos em programas que não lhe são destinados?
Que fazer depois de conhecer os resultados do primeiro estudo de longo prazo recentemente publicado nos “Archives of Pediactrich and Adolescent Medicine” sobre os efeitos que o consumo excessivo de televisão tem nas perturbações do sono?
Sabíamos do perigo que resulta para as crianças, até dois anos de idade, quando as deixamos fixar os olhos nas imagens aceleradas do ecrã de televisão, por longos períodos consecutivos? Temos conhecimento que essa prática é utilizada como meio expedito para as manter caladas?
Permanecemos impávidos ao saber que os estudos revelam um aumento de obesidade nos jovens como causa directa do tempo excessivo perante o televisor? Portugal ocupa o 2º lugar no ranking dos países europeus cujas crianças apresentam excesso de peso e obesidade.
Por que não se respeitam os horários destinados a programação infantil e se projectam nos intervalos, como publicidade, imagens aberrantes?
Por que se mantém a sociedade civil tão passiva perante tantas agressões?
www.acmedia.pt/educ%20media/prevenir.htm
Que precauções são tomadas para que o acesso à Internet não seja deixado ao livre arbítrio dos jovens, nem em locais pouco vigiados e quais os equipamentos de protecção utilizados?
E quanto à selecção dos videojogos?
Sendo o sexo e a violência as imagens que mais frequentemente são visionadas por crianças e jovens desacompanhados, como evitar e atenuar os efeitos desses conteúdos, nomeadamente quanto à insensibilidade que o uso continuado ocasiona?
E como reverter o efeito que a fidelização à TV tem na visão distorcida da realidade? E no grau de transgressão às regras de conduta? E na indução do comportamento violento?
Como alterar as mudanças de hábitos que revelam ter sido mudado para a noite o período em que as crianças mais vêem televisão, acompanhando os adultos em programas que não lhe são destinados?
Que fazer depois de conhecer os resultados do primeiro estudo de longo prazo recentemente publicado nos “Archives of Pediactrich and Adolescent Medicine” sobre os efeitos que o consumo excessivo de televisão tem nas perturbações do sono?
Sabíamos do perigo que resulta para as crianças, até dois anos de idade, quando as deixamos fixar os olhos nas imagens aceleradas do ecrã de televisão, por longos períodos consecutivos? Temos conhecimento que essa prática é utilizada como meio expedito para as manter caladas?
Permanecemos impávidos ao saber que os estudos revelam um aumento de obesidade nos jovens como causa directa do tempo excessivo perante o televisor? Portugal ocupa o 2º lugar no ranking dos países europeus cujas crianças apresentam excesso de peso e obesidade.
Por que não se respeitam os horários destinados a programação infantil e se projectam nos intervalos, como publicidade, imagens aberrantes?
Por que se mantém a sociedade civil tão passiva perante tantas agressões?
www.acmedia.pt/educ%20media/prevenir.htm
15 janeiro 2006
Urgentemente
É urgente o amor
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
Ódio, solidão e crueldade,
Alguns lamentos, muitas espadas,
É URGENTE INVENTAR ALEGRIA,
MULTIPLICAR OS BEIJOS, AS SEARAS,
É URGENTE DESCOBRIR ROSAS E RIOS
E MANHÃS CLARAS.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
Impera até doer
É urgente o amor, é urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras,
Ódio, solidão e crueldade,
Alguns lamentos, muitas espadas,
É URGENTE INVENTAR ALEGRIA,
MULTIPLICAR OS BEIJOS, AS SEARAS,
É URGENTE DESCOBRIR ROSAS E RIOS
E MANHÃS CLARAS.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
Impera até doer
É urgente o amor, é urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
12 janeiro 2006
LOVE

É, com certeza, uma surpresa para si saber que a palavra inglesa love provém do sânscrito lobha; lobha significa cobiça. Poderá ser somente uma coincidência o facto de o inglês love ter uma raiz numa palavra sânscrita que significa cobiça, mas acredito que não se trata de uma mera coincidência. Deve existir algo misterioso subjacente, deve existir um motivo alquímico por trás isso. De facto, a cobiça, quando purificada, digerida, torna-se amor. É cobiça, lobha, que, quando bem assimilada, se torna amor.
Amor é partilhar; cobiça é arrecadar. A cobiça é avara e nunca oferece, o amor só conhece a dádiva e nunca espera retorno; é a partilha incondicional. Deve existir uma razão alquímica para que lobha se tenha tornado love no léxico inglês. Lobha torna-se amor no que diz respeito a processos alquímicos internos.
Osho
Amor é partilhar; cobiça é arrecadar. A cobiça é avara e nunca oferece, o amor só conhece a dádiva e nunca espera retorno; é a partilha incondicional. Deve existir uma razão alquímica para que lobha se tenha tornado love no léxico inglês. Lobha torna-se amor no que diz respeito a processos alquímicos internos.
Osho
11 janeiro 2006
10 janeiro 2006
Ok! Mistério parece não ser comigo. Talvez seja mesmo uma questão de falta de confiança. O feedback é muito importante para termos a certeza de estar no caminho certo, mas a sua dependência pode tornar-se perigosa. A falta de mistério pode tornar uma pessoa aborrecida e até chata.
Talvez seja só uma necessidade brutal de falar, de quebrar o silêncio, apesar de concordar com a sua importância. E convenhamos que falar da vida alheia não é algo que me pareça cativar.
Falar do tempo pode tornar-se no mínimo repetitivo ou banal. E do dia a dia? Se o dia a dia é quase sempre igual. Ou se o meu dia não tem interesse para a maioria. Se pensar que me agrada falar dos meus meninos durante algum tempo e se esse assunto me parecer aborrecido para algumas pessoas, só poderei restringir-me a um leque de amigas educadoras de infância?
Não entendo bem, mas as pessoas que mais me amam dizem que me exponho demasiado, e avisam-me dos perigos iminentes que isso pode acarretar. Passo o tempo a lembrar-lhes que isso é algo que me caracteriza e se eu sou honesta comigo, o que tenho a temer. O que eu sei é que depois destas conversas fico perturbada. No fundo acredito que eles têm razão, só que há que há coisas que não se alteram, parecem fazer inevitavelmente parte de nós.
Precisaria lembrar-me, tipo aviso iminente de cinco em cinco minutos… segredando-me, não contes demasiado, não fales muito de ti.
No mínimo, pareço uma adolescente de cada vez que comento algo com uma pureza que alguns desconfiam. Por acaso reparo em algumas caras esquisitas, de espanto, de desconfiança, quem sabe. Mas também em alguns uma certa preocupação pelo meu estado senil. Não sei mais o que vos diga, caminho por estradas incertas, busco conhecimentos por toda a parte e desejo ser sempre melhor. Quem sabe esse não será o meu principal erro. Vou ficando sempre com dúvidas, dando demasiada importância ao que os outros dizem. E perco demasiado tempo com isso, já tenho o mundo todo disposto a criticar-me, será que preciso dedicar-me tanto à minha autocrítica?
Acredito que quem me conhece bem, gosta de mim. Quem me conhece mal, desconfia. E quem não tem muita boa vontade crítica. É difícil agradar a todos, mas parece ser mais difícil agradar-me a mim.
Há dias em que estou disposta a ser assim, tal e qual, a tipo fala barato, mesmo demasiado barato. É tão bom sentir-me assim, leve. No entanto, em outros sinto-me pesada com o risco que corro por ter falado demais… Bolas!! Será que agora tenho que medir as palavras. O melhor seria então encerrar o meu blog. Ou melhor, falar de todo o mundo, excluindo-me a mim!!
Não! Desconheço o que se passa na tua cabeça, mas vou tentando perceber o que vai cá dentro.
Ah! E eu estou bem, a sério, é bom ter dúvidas, ajudam-nos a crescer e elas mantêm-nos na linha da aprendizagem.
Talvez seja só uma necessidade brutal de falar, de quebrar o silêncio, apesar de concordar com a sua importância. E convenhamos que falar da vida alheia não é algo que me pareça cativar.
Falar do tempo pode tornar-se no mínimo repetitivo ou banal. E do dia a dia? Se o dia a dia é quase sempre igual. Ou se o meu dia não tem interesse para a maioria. Se pensar que me agrada falar dos meus meninos durante algum tempo e se esse assunto me parecer aborrecido para algumas pessoas, só poderei restringir-me a um leque de amigas educadoras de infância?
Não entendo bem, mas as pessoas que mais me amam dizem que me exponho demasiado, e avisam-me dos perigos iminentes que isso pode acarretar. Passo o tempo a lembrar-lhes que isso é algo que me caracteriza e se eu sou honesta comigo, o que tenho a temer. O que eu sei é que depois destas conversas fico perturbada. No fundo acredito que eles têm razão, só que há que há coisas que não se alteram, parecem fazer inevitavelmente parte de nós.
Precisaria lembrar-me, tipo aviso iminente de cinco em cinco minutos… segredando-me, não contes demasiado, não fales muito de ti.
No mínimo, pareço uma adolescente de cada vez que comento algo com uma pureza que alguns desconfiam. Por acaso reparo em algumas caras esquisitas, de espanto, de desconfiança, quem sabe. Mas também em alguns uma certa preocupação pelo meu estado senil. Não sei mais o que vos diga, caminho por estradas incertas, busco conhecimentos por toda a parte e desejo ser sempre melhor. Quem sabe esse não será o meu principal erro. Vou ficando sempre com dúvidas, dando demasiada importância ao que os outros dizem. E perco demasiado tempo com isso, já tenho o mundo todo disposto a criticar-me, será que preciso dedicar-me tanto à minha autocrítica?
Acredito que quem me conhece bem, gosta de mim. Quem me conhece mal, desconfia. E quem não tem muita boa vontade crítica. É difícil agradar a todos, mas parece ser mais difícil agradar-me a mim.
Há dias em que estou disposta a ser assim, tal e qual, a tipo fala barato, mesmo demasiado barato. É tão bom sentir-me assim, leve. No entanto, em outros sinto-me pesada com o risco que corro por ter falado demais… Bolas!! Será que agora tenho que medir as palavras. O melhor seria então encerrar o meu blog. Ou melhor, falar de todo o mundo, excluindo-me a mim!!
Não! Desconheço o que se passa na tua cabeça, mas vou tentando perceber o que vai cá dentro.
Ah! E eu estou bem, a sério, é bom ter dúvidas, ajudam-nos a crescer e elas mantêm-nos na linha da aprendizagem.




