Coma melhor, por si e pelos seus filhos!
A alimentação é um dos factores ambientais que mais interfere na qualidade e na duração da vida humana. Causa mais que justa para não se descuidar.
“A alimentação faz-nos pequenos ou grandes, imbecis ou inteligentes, frágeis ou fortes, apáticos ou intervenientes, insociáveis ou capazes de saudável convivência, mata-nos cedo, ainda em embrião no ventre materno, ou tarde, no caso de uma vida plena.” (Emílio Pires).
No entanto, e apesar, da afirmação não ser novidade, a obesidade ganha cada vez mais terreno, sendo considerada um dos problemas mais generalizados pela actualidade, que acarreta consigo as doenças cardiovasculares, diabetes, colesterol, hipertensão, apneia do sono, problemas ortopédicos, entre outros.
Apesar de afectar crianças e adultos, a preocupação maior fica nas primeiras: estima-se que mais de 31% das crianças portuguesas entre os 7 e os 9 anos sofre de obesidade. A obesidade infantil para além de problemas de saúde traz consigo dificuldades em termos de socialização, uma vez que provoca uma baixa auto-estima.
Resta falar do que está por detrás disto tudo, ou no caso, do que está em cima da mesa… a maioria das crianças segue uma alimentação hipercalórica, rica em gordura e açúcar e pobre em frutos e vegetais. Na balança estão os mais pesados, como as batatas fritas e os alimentos à base de chocolate e açúcar, com os mais leves, como os pratos de sopas e legumes. E se os mais novos possuem, de facto, maus hábitos alimentares, talvez seja porque aprenderam “com alguém”. Daí que seja fundamental os adultos seguirem uma dieta saudável e equilibrada, servindo de exemplo para os mais novos.
Mantenha-se afastado dos restaurantes fast food, que até são mais baratos, e pastelarias e promova o gosto pela actividade física. Não se deixe levar na onda das publicidades, que quase nunca estão preocupadas com a sua saúde.
E se ainda não ficou convencido vale a pena lembrar que uma má alimentação origina doenças, diminui as defesas e atrasa o desenvolvimento.

