29 dezembro 2005
28 dezembro 2005
As leis da vida....
O que é normal, o que é suposto, o que é regra, o que existe na maioria, nem sempre faz parte de mim…
É normal, quando encontramos alguém muito especial desejarmos ficar o mais possível com esse alguém. É até normal, desculparmos o afastamento de um amigo(a) e compreendermos a sua opção. Quantos de nós farão o mesmo quando encontrarem essa pessoa. Eu própria farei o mesmo?! Quem sabe…. Não estou a querer dizer que não sou normal, nem que estas situações não sejam normais. É tão bom termos a certeza, no meio de tantas incertezas, que “esse alguém” estará sempre lá. É lógico apostarmos nele, ainda que pensemos erradamente que só devemos apostar nele.
Mas por outro lado, é tão bom termos “esse alguém” com tantas caras, tantos feitios, em tantos lugares, em diferentes alturas da vida. Enriquecemo-nos tanto, e por mais difícil que possa vir a ser manter todos “esses” perto de nós, é muito muito agradável.
Eu, neste momento, ainda que possa eventualmente sentir em algum momento a falta de “esse alguém”, porque parece que tudo soará a “cor-de-rosa”, apesar de saber que no fundo não é, sinto-me muito feliz, com todos “esses” que fazem parte da minha vida e que me fazem sorrir tantas vezes. É por todos “esses” que vale a pena lutar…
“Esses” deixam-nos uma herança que jamais se gastará e muito mais diversificada do que um “esse” poderia dar.
Talvez se tivesse encontrado “esse alguém” há muito tempo, teria perdido muitos “esses” espectaculares.
E vocês podem perguntar-me: “Não estarei eu a desculpar a minha solidão de “esse alguém”?”. Quem sabe?!... sei que não consigo clarificar tudo o que passa nesta minha cabeça perturbada com tantos e tão diferentes pensamentos. Mas ambas as vidas são magníficas desde que vividas com muito Love.
É normal, quando encontramos alguém muito especial desejarmos ficar o mais possível com esse alguém. É até normal, desculparmos o afastamento de um amigo(a) e compreendermos a sua opção. Quantos de nós farão o mesmo quando encontrarem essa pessoa. Eu própria farei o mesmo?! Quem sabe…. Não estou a querer dizer que não sou normal, nem que estas situações não sejam normais. É tão bom termos a certeza, no meio de tantas incertezas, que “esse alguém” estará sempre lá. É lógico apostarmos nele, ainda que pensemos erradamente que só devemos apostar nele.
Mas por outro lado, é tão bom termos “esse alguém” com tantas caras, tantos feitios, em tantos lugares, em diferentes alturas da vida. Enriquecemo-nos tanto, e por mais difícil que possa vir a ser manter todos “esses” perto de nós, é muito muito agradável.
Eu, neste momento, ainda que possa eventualmente sentir em algum momento a falta de “esse alguém”, porque parece que tudo soará a “cor-de-rosa”, apesar de saber que no fundo não é, sinto-me muito feliz, com todos “esses” que fazem parte da minha vida e que me fazem sorrir tantas vezes. É por todos “esses” que vale a pena lutar…
“Esses” deixam-nos uma herança que jamais se gastará e muito mais diversificada do que um “esse” poderia dar.
Talvez se tivesse encontrado “esse alguém” há muito tempo, teria perdido muitos “esses” espectaculares.
E vocês podem perguntar-me: “Não estarei eu a desculpar a minha solidão de “esse alguém”?”. Quem sabe?!... sei que não consigo clarificar tudo o que passa nesta minha cabeça perturbada com tantos e tão diferentes pensamentos. Mas ambas as vidas são magníficas desde que vividas com muito Love.
27 dezembro 2005
Natal todos os dias
Chega o mês de Dezembro e consigo a tradicional época de Natal e tudo o que ela traz consigo. A noite de Natal transforma-se na noite mais esperada do ano, sobretudo para as crianças, já que por detrás dela está a oportunidade de receber inúmeras prendas. Assiste-se à euforia das compras e elaboramos listas de presentes.
A representação interior do Natal deixa de existir, já não há grandes referências ao nascimento do menino, nem a sua ligação ao mais importante, que é viver esta quadra em paz e amor.
Mas ainda existe a festa da família e sobretudo a festa das crianças. As prendas passam por um enorme investimento afectivo, que muitas vezes é desvalorizado ao longo do ano, o exagero está no que se dá. Para saberes que goste de ti não preciso comprar-te o presente mais caro, ou então o maior, pois não?
«Quando alguém gosta muito de outra pessoa e esse sentimento é recíproco, nunca está em causa o valor material da prenda, mas o seu significado emocional, que provoca sempre satisfação e agrado.»
Um presente que valorizo bastante é o desenho de uma criança e lá em casa já surgem amontoadas folhas de vários tamanhos e de várias cores, com o que de melhor tem aquela criança. A sua criação é o que de melhor nos pode dar, nela está representado o seu amor por nós. E isso será sempre o mais importante.
É isso o Natal. A celebração da nossa ligação aos outros. À parte mais pequena dos outros e de todos nós.
Faço votos para que o Natal não acabe no dia 25 de Dezembro, mas que continue todos os dias, dentro de vós.
A representação interior do Natal deixa de existir, já não há grandes referências ao nascimento do menino, nem a sua ligação ao mais importante, que é viver esta quadra em paz e amor.
Mas ainda existe a festa da família e sobretudo a festa das crianças. As prendas passam por um enorme investimento afectivo, que muitas vezes é desvalorizado ao longo do ano, o exagero está no que se dá. Para saberes que goste de ti não preciso comprar-te o presente mais caro, ou então o maior, pois não?
«Quando alguém gosta muito de outra pessoa e esse sentimento é recíproco, nunca está em causa o valor material da prenda, mas o seu significado emocional, que provoca sempre satisfação e agrado.»
Um presente que valorizo bastante é o desenho de uma criança e lá em casa já surgem amontoadas folhas de vários tamanhos e de várias cores, com o que de melhor tem aquela criança. A sua criação é o que de melhor nos pode dar, nela está representado o seu amor por nós. E isso será sempre o mais importante.
É isso o Natal. A celebração da nossa ligação aos outros. À parte mais pequena dos outros e de todos nós.
Faço votos para que o Natal não acabe no dia 25 de Dezembro, mas que continue todos os dias, dentro de vós.
Mudar o mundo

Que me desculpe a Senhora Inês de Barros Baptista a ousadia, mas não resisti a transcrever um texto da sua autoria, retirado da revista “Pais § Filhos”(passo a publicidade):
“É tão grande, tão incomensuravelmente grande e complexo, que nos parece impossível mudá-lo. Somos afinal, tão incomensuravelmente pequenos quando nos comparamos com ele que nos custa a acreditar que um mínimo gesto faça a diferença.
Além disso, ele gira sozinho, não foi sempre o que ouvimos dizer? Que o mundo gira imparável, fora de nós e em torno do seu próprio eixo e que se nós temos de nos deixar ir sem oferecer resistência, passando pelas estações como quem está de viagem, seguindo o trilho do tempo, medindo os dias que acabam, contando os dias que faltam, somando experiências.
Pois eu acho que não é assim. Acho que nós e o mundo somos o mesmo, ambos incomensuravelmente grandes, ambos incomensuravelmente pequenos, os dois de viagem pelo universo, pulsando, muito mais do que medindo, na velocidade da luz da nossa existência. Por isso acredito que mudamos o mundo de cada vez que respiramos, mudamos o mundo de cada vez que nos mexemos, mudamos o mundo sempre que olhamos para ele, mudamos o mundo, essencialmente, quando pensamos no que queremos que ele seja. Mas ainda nos custa, não é? Ainda nos custa a acreditar que o mundo possa efectivamente mudar apenas por decidirmos pensá-lo de outra maneira…. Que tal experimentar? Que tal parar de dar voltas e voltas, parar de girar por girar em torno do eixo do mundo e descobrir, em vez disso, o ponto central que nos redimensiona no espaço e no tempo? E de novo seguirmos viagem, agora sabendo que até o mais ínfimo gesto faz a diferença.”
ibaptista@motorpress.pt
“É tão grande, tão incomensuravelmente grande e complexo, que nos parece impossível mudá-lo. Somos afinal, tão incomensuravelmente pequenos quando nos comparamos com ele que nos custa a acreditar que um mínimo gesto faça a diferença.
Além disso, ele gira sozinho, não foi sempre o que ouvimos dizer? Que o mundo gira imparável, fora de nós e em torno do seu próprio eixo e que se nós temos de nos deixar ir sem oferecer resistência, passando pelas estações como quem está de viagem, seguindo o trilho do tempo, medindo os dias que acabam, contando os dias que faltam, somando experiências.
Pois eu acho que não é assim. Acho que nós e o mundo somos o mesmo, ambos incomensuravelmente grandes, ambos incomensuravelmente pequenos, os dois de viagem pelo universo, pulsando, muito mais do que medindo, na velocidade da luz da nossa existência. Por isso acredito que mudamos o mundo de cada vez que respiramos, mudamos o mundo de cada vez que nos mexemos, mudamos o mundo sempre que olhamos para ele, mudamos o mundo, essencialmente, quando pensamos no que queremos que ele seja. Mas ainda nos custa, não é? Ainda nos custa a acreditar que o mundo possa efectivamente mudar apenas por decidirmos pensá-lo de outra maneira…. Que tal experimentar? Que tal parar de dar voltas e voltas, parar de girar por girar em torno do eixo do mundo e descobrir, em vez disso, o ponto central que nos redimensiona no espaço e no tempo? E de novo seguirmos viagem, agora sabendo que até o mais ínfimo gesto faz a diferença.”
ibaptista@motorpress.pt
E agora que estamos próximos do novo ano faço votos para que cada um de vós faça a diferença…. Feliz 2006!!
26 dezembro 2005
A vida é como uma vela
“Pensando bem… a vida é como uma vela! Há velas de muitas cores, formatos, perfumadas, com flores, conchas… tal como há muitas formas de viver. Umas apagam-se quase num piscar de olhos, algumas vão-se mantendo acesas com alguma dificuldade, outras duram e duram… é por isso que cada minuto deve ser aproveitado ao máximo. Sei que é difícil esquecer os maus bocados, mas é importante manter sempre o ânimo e procurar apoio nas coisas boas e em quem nos quer bem”
Opiniões…Sofia Salvador
Opiniões…Sofia Salvador
25 dezembro 2005
24 dezembro 2005
No soprar do vento Natalino
Mais uma vez, é tempo de contemplar
no céu, a estrela de Belém.
É tempo de presentear a alma
com os melhores sentimentos.
É tempo de extravasar
a nossa felicidade.
É tempo de brindarmos à vida,
e à alegria de podermos viver
uma data tão especial.
Que este natal possa ser
plenamente belo, e que tu
te sintas rodeada por
muitos sentimentos genuínos,
sentimentos, tais, que te elevem,
como ser humano,
que engrandeçam a tua alma
e te façam muito feliz.
Um momento doce e cheio
de significado para toda a nossa vida.
É tempo de repensar valores,
de ponderar sobre a vida
e tudo que a cerca.
É momento de deixar nascer
essa criança pura, inocente e
cheia de esperança, que mora
dentro dos nossos corações.
É tempo de festejar, no brinde
da champanhe e no sorriso
daqueles que amamos.
É sempre tempo de contemplar,
aquele menino pobre, que nasceu
numa manjedoura, para nos fazer
entender que o ser humano vale
por aquilo que é e faz, e nunca
por aquilo que possui.
Que este Natal te traga
raios de luz que iluminem
o teu caminho,
esperança e força para viver
com muita felicidade.
Meia noite em ponto
Parabéns meu Jesus
Nesta data querida
Tu contemplas na terra
2000 anos de vida.
Hoje o mundo se abraça,
Fio de amor nos conduz
A uma voz todos cantam:
Parabéns meu Jesus.
Nossas almas em festa
E o coração também,
A Maria dizemos:
Obrigado, ó mãe.
Tu nos deste teu filho,
Ele nos redimiu
São gestos de amor
Como jamais se viu.
Oh! Que gestos tão belos!
Quem há que não se comova?
De mãos dadas, todo do mundo
A Jesus canta e louva.
23 dezembro 2005
Se tens amigos busca-os
O NATAL É ENCONTRO
Se tens inimigos, reconcilia-te
O NATAL É PAZ
Se tens pecado arrepende-te
O NATAL É PERDÃO
Se tens soberba, sepulta-a
O NATAL É HUMILDADE
Se tens trevas, acende o teu farol
O NATAL É LUZ
Se tens tristeza, reaviva a tua alegria
O NATAL É GOZO
Se estás no erro, reflecte
O NATAL É VERDADE
Se tens ódio, esquece-o
O NATAL É AMOR.
FELIZ NATAL PARA TODOS!!
22 dezembro 2005
Afinal:Natal!
Com toda esta azáfama pelo Natal, tenho algumas dúvidas!
Afinal, o que é o Natal?
Será que ainda há quem veja o Natal para além das prendas, do consumo, do dinheiro.
Em conversa com os meus “meninos” descobri que o Natal é essencialmente presentes e brinquedos.
Eu quero transmitir-lhes outras coisas, mas a criança aprende observando e experimentando, e não é a isto que ela assiste?!...
Afinal, o que é o Natal?
Será que ainda há quem veja o Natal para além das prendas, do consumo, do dinheiro.
Em conversa com os meus “meninos” descobri que o Natal é essencialmente presentes e brinquedos.
Eu quero transmitir-lhes outras coisas, mas a criança aprende observando e experimentando, e não é a isto que ela assiste?!...
21 dezembro 2005
Comece por fazer o que é necessário, depois o que é possível, e de repente estará a fazer o impossível.
São Francisco de Assis
São Francisco de Assis
20 dezembro 2005
All For Love
Porquê “ALL FOR LOVE”? Porque o amor é tudo, porque onde há amor há o mundo, porque se não amar não faz sentido viver, porque se não poder construir um mundo melhor não serei feliz, porque se não puder ajudar-vos não faz sentido estar aqui. Claro, que, pelo meio, há muitas dúvidas, incertezas, disparates, sentimentos ou emoções mais negativas, exageros, certezas, esclarecimentos… muitos ponto de vista ou até simples pontos de vista do momento. Discordem à vontade, mas AMEM!
18 dezembro 2005
O que digo hoje, posso já não dizer amanhã. Pensamos e passamos por tanta coisa que dificilmente se poderá viver do mesmo modo. As experiências mudam-nos e modificamos as experiências. Hoje posso dizer que te amo, amanhã que te odeio e depois mudar de repente. Hoje pode-me parecer tudo tão negro, amanhã um conto de fadas. E por isto e muito mais, devemos ter uma mente aberta a tudo e presa a nada, só assim poderemos viver tranquilamente.
Repito quanto posso para me tentar convencer, pois sou terrivelmente pessimista, pois quase nada sei em comparação com aquilo que há para saber.
Repito quanto posso para me tentar convencer, pois sou terrivelmente pessimista, pois quase nada sei em comparação com aquilo que há para saber.
17 dezembro 2005
Os amigos (essas pessoas tão necessárias)
“Há pessoas que com uma só palavra despertam ilusões e roseirais; que com um mero sorriso nos olhos nos convidam a viajar por outras terras, nos dão a conhecer toda a magia do mundo. Há pessoas que com um mero toque quebram a solidão, põem a mesa, servem um banquete e colocam grinaldas; que com uma simples viola fazem uma sinfonia caseira. Há pessoas a quem basta abrir a boca para tocar nos confins da alma, alimentar uma flor, inventar sonhos, fazer cantar o vinho nas pipas, como se fosse a coisa mais simples do mundo. E assim vamos de braço dado com a vida, desterrando uma morte solitária, pois sabemos que ao virar da esquina há pessoas assim, TÃO NECESSÁRIAS.
….Porque há pessoas tão imprescindíveis, que tornam o mundo mais acolhedor para todos nós.”
Hamlet Lima Quintana
….Porque há pessoas tão imprescindíveis, que tornam o mundo mais acolhedor para todos nós.”
Hamlet Lima Quintana
É por isso que uma ceia de Natal com os amigos é sempre especial... Obrigado aos que puderam vir, foi uma noite fantástica.... porque a minha vida fica mais fantástica, quando os amigos estão presentes.
Eu estou bem, os outros é que não
“Todos conhecemos pessoas assim. Não têm nenhuma consciência dos seus problemas e são incapazes de se por em causa. Defendem que não vale a pena comportarem-se de forma diferente do habitual, porque os outros é que têm que mudar. Muitas vezes pensam mesmo que tudo se organiza para as prejudicar e que estranhos acordos se fazem para as denegrir. Noutras ocasiões têm-se em alta conta e apenas se relacionam com aqueles que os consideram únicos ou excepcionais.
Podem ter fantasias grandiosas e necessidade permanente de serem admirados, não sendo raro que exibam comportamentos arrogantes, sobretudo para com os mais fracos. Não sentem empatia pelos outros e usam-nos para atingir os seus próprios fins. Estão muitas vezes dominados por sentimentos de inveja, embora digam também que essa é uma questão de quem está próximo.
A grandeza que sempre querem mostrar esconde em certas ocasiões um sentimento de inadequação face ao mundo que as rodeia. Quando não conseguem disfarçar essa fraqueza, respondem com raiva intensa e ficam muito fragilizados, sentindo-se profundamente feridos e injustiçados.
As relações interpessoais destas pessoas tornam-se voláteis. Costumam começar com um intenso envolvimento e idealização do outro, a que depressa se segue a sua desvalorização e crítica, sem nunca se porem em causa.
Existem variantes interessantes dentro do mesmo tipo. Por exemplo, podem ser pessoas muito manipuladoras na sua forma de tentarem obter a atenção dos outros, mudando rápido os seus comportamentos, que levam a justiça a intervir. Nesse caso podem mentir sem escrúpulo ou repetir os actos ilegais sem qualquer remorso, continuando sem consciência das implicações que o seu comportamento está a ter nos outros. Acima de tudo, não sentem culpa e os comentários que recebem dos outros, com o intuito de os corrigir, não são tidos em conta sob nenhuma forma.
Ao contrário de outras pessoas que sofrem de sintomas psiquiátricos e que estão preocupadas com os seus sintomas, sentidos como estranhos e perturbadores, os indivíduos que descrevemos acham que nada está mal nas suas vidas. Um doente com crise de pânico está esmagado com a ansiedade que sente e procura ajuda, um doente com depressão pode sentir-se tão mal que pensa no suicídio. Nas situações que referimos, quem precisa de ajuda ou de mudar são os outros.
Falamos afinal de perturbações da personalidade, uma característica diagnóstica das classificações psiquiátricas que tem vindo a aumentar e que tem mau prognóstico, pois como já vimos essas pessoas não se põe em causa nem sentem sofrimento
Entre nós, servem de exemplo ex-autarcas, dirigentes de clubes desportivos ou alguns chefes dispersos por vários locais, a que uma comunicação social cada vez mais sensacionalista dá espaço crescente. Ora convinha que os jornais, as rádios e a televisão percebessem que estas pessoas, pela sua frieza, capacidade de manipulação e falta de escrúpulos, são capazes de levar atrás de si muita gente, porque prometem, não se importam de não cumprir e além do mais se fazem de vítimas, não estando nada interessadas, no fundo, no bem-estar dos outros, já que só vivem para si próprias.
Não se trata apenas de um problema da psiquiatria, é uma questão de sobrevivência das comunidades a que precisamos dar importância.”
daniel.sampaio@xis.publico.pt
Podem ter fantasias grandiosas e necessidade permanente de serem admirados, não sendo raro que exibam comportamentos arrogantes, sobretudo para com os mais fracos. Não sentem empatia pelos outros e usam-nos para atingir os seus próprios fins. Estão muitas vezes dominados por sentimentos de inveja, embora digam também que essa é uma questão de quem está próximo.
A grandeza que sempre querem mostrar esconde em certas ocasiões um sentimento de inadequação face ao mundo que as rodeia. Quando não conseguem disfarçar essa fraqueza, respondem com raiva intensa e ficam muito fragilizados, sentindo-se profundamente feridos e injustiçados.
As relações interpessoais destas pessoas tornam-se voláteis. Costumam começar com um intenso envolvimento e idealização do outro, a que depressa se segue a sua desvalorização e crítica, sem nunca se porem em causa.
Existem variantes interessantes dentro do mesmo tipo. Por exemplo, podem ser pessoas muito manipuladoras na sua forma de tentarem obter a atenção dos outros, mudando rápido os seus comportamentos, que levam a justiça a intervir. Nesse caso podem mentir sem escrúpulo ou repetir os actos ilegais sem qualquer remorso, continuando sem consciência das implicações que o seu comportamento está a ter nos outros. Acima de tudo, não sentem culpa e os comentários que recebem dos outros, com o intuito de os corrigir, não são tidos em conta sob nenhuma forma.
Ao contrário de outras pessoas que sofrem de sintomas psiquiátricos e que estão preocupadas com os seus sintomas, sentidos como estranhos e perturbadores, os indivíduos que descrevemos acham que nada está mal nas suas vidas. Um doente com crise de pânico está esmagado com a ansiedade que sente e procura ajuda, um doente com depressão pode sentir-se tão mal que pensa no suicídio. Nas situações que referimos, quem precisa de ajuda ou de mudar são os outros.
Falamos afinal de perturbações da personalidade, uma característica diagnóstica das classificações psiquiátricas que tem vindo a aumentar e que tem mau prognóstico, pois como já vimos essas pessoas não se põe em causa nem sentem sofrimento
Entre nós, servem de exemplo ex-autarcas, dirigentes de clubes desportivos ou alguns chefes dispersos por vários locais, a que uma comunicação social cada vez mais sensacionalista dá espaço crescente. Ora convinha que os jornais, as rádios e a televisão percebessem que estas pessoas, pela sua frieza, capacidade de manipulação e falta de escrúpulos, são capazes de levar atrás de si muita gente, porque prometem, não se importam de não cumprir e além do mais se fazem de vítimas, não estando nada interessadas, no fundo, no bem-estar dos outros, já que só vivem para si próprias.
Não se trata apenas de um problema da psiquiatria, é uma questão de sobrevivência das comunidades a que precisamos dar importância.”
daniel.sampaio@xis.publico.pt
16 dezembro 2005
15 dezembro 2005
Tu tens controlo sobre a tua vida
Quando mais tememos, mais medo temos. Quanto mais nos preocupamos, mais vivemos angustiados. Tu tens controlo sobre a tua vida, apesar de todos os imprevistos, tu podes, só tens que acreditar. Por mais difícil que possa ser, tu podes controlar os teus pensamentos, as tuas atitudes, os teus comportamentos e os teus medos.
Existem situações para as quais tens uma resposta emocional e um pensamento automático, na maioria das vezes completamente disfuncional. Mas há uma alternativa, os pensamentos racionais que te levarão a uma resposta emocional por vezes totalmente diferente e sobretudo muito mais positiva.
Existem situações para as quais tens uma resposta emocional e um pensamento automático, na maioria das vezes completamente disfuncional. Mas há uma alternativa, os pensamentos racionais que te levarão a uma resposta emocional por vezes totalmente diferente e sobretudo muito mais positiva.
14 dezembro 2005
Irregularidades
É estranho andar na estrada tão “só”. Na maioria das vezes, não consigo ver um veículo atrás de mim, por muito tempo, que não seja um tractor. É o que dá ter a mania de tentar respeitar os limites de velocidade. Pelo menos, por enquanto, ainda não me canso de o fazer, acho que se existem limites, eles existem por alguma razão. “Mas será que neste de mundo de loucos a mais louca serei eu?”. O que está na moda é ir contra as regras e quem não está na moda…está fora dela.
Por agora esta é uma questão que não me preocupa, mas em tempos cheguei a sentir-me mal, por ser uma das poucas preocupadas….
Enfim, cada um tem a sua mania!!... É pena não haver muitos mais com manias destas, quem sabe se estas manias não têm evitado alguns acidentes. Mas também sei que elas não poderão evitar que possa vir a morrer na estrada….
Tenho dito!!..
Por agora esta é uma questão que não me preocupa, mas em tempos cheguei a sentir-me mal, por ser uma das poucas preocupadas….
Enfim, cada um tem a sua mania!!... É pena não haver muitos mais com manias destas, quem sabe se estas manias não têm evitado alguns acidentes. Mas também sei que elas não poderão evitar que possa vir a morrer na estrada….
Tenho dito!!..
13 dezembro 2005
Plim!
Pode-se dizer que finalmente cheguei lá… pelo menos agora, neste momento, nesta hora…
Especialmente para quem me conhece: não tenho uma família perfeita, nem namorado, não consigo ser tão amiga como gostaria (e olhem que me tenho esforçado), as coisas não acontecem como eu quero, o mundo não é como desejaria, não tenho tudo o que quero, nem consigo fazer tudo o que ambiciono… mas sou muito FELIZ!!
Especialmente para quem me conhece: não tenho uma família perfeita, nem namorado, não consigo ser tão amiga como gostaria (e olhem que me tenho esforçado), as coisas não acontecem como eu quero, o mundo não é como desejaria, não tenho tudo o que quero, nem consigo fazer tudo o que ambiciono… mas sou muito FELIZ!!
11 dezembro 2005
Aproveitando palavras de uma amiga:
Dizem que não devemos desconfiar até termos provas, mas neste mundo tem que ser ao contrário, senão estamos sempre a dar cabeçadas.
10 dezembro 2005
Se me queixo de alguma coisa é porque estou visivelmente magoada. Se digo “não” a alguma coisa é porque estou finalmente a pensar em mim. Se reclamo por mais consideração é porque também a mereço. Se exijo muito dos outros é porque ainda exijo mais de mim. Se estou aqui a escrever isto é porque não me esqueço.
09 dezembro 2005
07 dezembro 2005
O que podemos aprender com as crianças
- Levante-se depois de cair
- Viva com entusiasmo (ache graça às pequenas coisas da vida)
- Lute pelo que quer (afirmação da vontade e da personalidade)
- Pergunte quando não sabe, tipo:” afinal gostas de mim ou não?”
- Faça experiências
- Ajude os outros (basta querer)
- Seja valente
- Sinta antes de pensar
- Defenda a justiça
- Goste de si próprio
- Fale alto (quantas vezes não damos a nossa opinião por medo)
- Trate bem os seus amigos
- Ponha-se em causa
- Aprenda a negociar
- “Morra” de amor
04 dezembro 2005
No meio de muitos amigos que fiz, muitos ficaram pelo caminho e muitos tenho a certeza que vão ficar. É a lei da vida…. Não podemos caminhar sempre juntos, infelizmente, muitos têm que partir, mas antes que o façam, os que ainda alguns não fizeram, deixem-me saborear esta coisa maravilhosa que é a amizade.
Para aqueles que tive que deixar partir a muito custo, um obrigado muito especial, enriqueceram-me!!
Para aqueles que tive que deixar partir a muito custo, um obrigado muito especial, enriqueceram-me!!
02 dezembro 2005
Nem tudo é mau
Enquanto escrevo, recordo-me do objectivo inerente ao que aqui ficará expresso. Estou a crescer, a aprender e tenho sempre aquela esperança de que as minhas palavras possam de alguma forma ajudar-vos, quando também penso que elas me ajudarão a mim.
Há alturas na vida em que absorvemos um conjunto controverso de emoções. Um misto de tristeza pela desilusão, um desassossego pelo desencanto da vida, uma certa raiva pelo sofrimento causado, uma certa revolta pelo péssimo tratamento e uma pequena felicidade porque acabou.
Achamos e pensamos “NÃO MERECIA ISTO!”. Mas a vida é uma questão de perspectivas…. De facto, tomamos consciência que não merecíamos mesmo isto, considerando a hipótese «quem somos nós para julgar», e agradecemos a Deus a oportunidade de podermos possuir um dia algo melhor.
Ao assumir esta conversa, estou declaradamente a expor a minha vida pessoal, ainda que possa estar camuflada. Estarei a tornar-me alvo de críticas e possivelmente, das mais negativas, a assumir algo que não estará resolvido e certamente a correr riscos. Só que sinto que, o que de melhor posso transmitir-vos, é aquilo que vivo. Não poderei falar do mesmo modo, de algo que desconheço.
Dificilmente compreenderão as minhas palavras, elas constituem apenas pequenos fragmentos de uma pessoa que a maioria das pessoas desconhece:
Ninguém mais precisará dizer-me: “O amor é cego!”. Sei que poderemos passar meses ou até anos apaixonados por alguém que não conhecemos efectivamente. Parece que estou constantemente a encontrar pessoas constituídas de máscaras, de interesses pessoais, de egoísmos, de dúvidas, e, sobretudo, de cobardias e faltas de respeito pelo próximo. Isso faz-me sofrer!
Sabem aquela pessoa em quem nós confiamos piamente, ao ponto de discutirmos com quem questiona a sua honestidade. Aquela que demonstra ser muito correcta e que aos olhos da sociedade é catalogada como uma excelente pessoa, com princípios bastante admiráveis…..
Obviamente, todos nós cometemos erros, desculpem, eu tenho cometido tantos!! Todos podemos mudar de ideias, de pensamentos, de sensações, de sentimentos, de vontades. Tudo isto será aceitável. O ser humano é um ser em mutação.
À partida, não gostamos de magoar e à conta disso evitamos o confronto. Escondemos as verdades e sem nos darmos conta, “mentimos descaradamente”. Tornamo-nos absolutamente falsos, esquecendo-nos que mais cedo ou mais tarde, tudo se sabe, tudo se sente, tudo se vê. Isto, já não pode ser aceitável. Embora para tudo exista o perdão, “as desculpas não se pedem, evitam-se….os erros, claro!”.
Seguidamente, olhamos para o passado… tudo soa a mentira e adeus confiança e bem vinda desilusão. Por momentos odiamos cada instante passado na sua companhia, odiamo-nos por termos posto a culpa do lado errado. Lamentamos o facto de ter amado com todas as forças, de ter dito incondicionalmente a verdade, até aquilo que mais custa… Parece que foi tudo uma perda de tempo!! Ou pior, graças a isso deixamos de querer acreditar nas pessoas verdadeiras...
Há alturas na vida em que absorvemos um conjunto controverso de emoções. Um misto de tristeza pela desilusão, um desassossego pelo desencanto da vida, uma certa raiva pelo sofrimento causado, uma certa revolta pelo péssimo tratamento e uma pequena felicidade porque acabou.
Achamos e pensamos “NÃO MERECIA ISTO!”. Mas a vida é uma questão de perspectivas…. De facto, tomamos consciência que não merecíamos mesmo isto, considerando a hipótese «quem somos nós para julgar», e agradecemos a Deus a oportunidade de podermos possuir um dia algo melhor.
Ao assumir esta conversa, estou declaradamente a expor a minha vida pessoal, ainda que possa estar camuflada. Estarei a tornar-me alvo de críticas e possivelmente, das mais negativas, a assumir algo que não estará resolvido e certamente a correr riscos. Só que sinto que, o que de melhor posso transmitir-vos, é aquilo que vivo. Não poderei falar do mesmo modo, de algo que desconheço.
Dificilmente compreenderão as minhas palavras, elas constituem apenas pequenos fragmentos de uma pessoa que a maioria das pessoas desconhece:
Ninguém mais precisará dizer-me: “O amor é cego!”. Sei que poderemos passar meses ou até anos apaixonados por alguém que não conhecemos efectivamente. Parece que estou constantemente a encontrar pessoas constituídas de máscaras, de interesses pessoais, de egoísmos, de dúvidas, e, sobretudo, de cobardias e faltas de respeito pelo próximo. Isso faz-me sofrer!
Sabem aquela pessoa em quem nós confiamos piamente, ao ponto de discutirmos com quem questiona a sua honestidade. Aquela que demonstra ser muito correcta e que aos olhos da sociedade é catalogada como uma excelente pessoa, com princípios bastante admiráveis…..
Obviamente, todos nós cometemos erros, desculpem, eu tenho cometido tantos!! Todos podemos mudar de ideias, de pensamentos, de sensações, de sentimentos, de vontades. Tudo isto será aceitável. O ser humano é um ser em mutação.
À partida, não gostamos de magoar e à conta disso evitamos o confronto. Escondemos as verdades e sem nos darmos conta, “mentimos descaradamente”. Tornamo-nos absolutamente falsos, esquecendo-nos que mais cedo ou mais tarde, tudo se sabe, tudo se sente, tudo se vê. Isto, já não pode ser aceitável. Embora para tudo exista o perdão, “as desculpas não se pedem, evitam-se….os erros, claro!”.
Seguidamente, olhamos para o passado… tudo soa a mentira e adeus confiança e bem vinda desilusão. Por momentos odiamos cada instante passado na sua companhia, odiamo-nos por termos posto a culpa do lado errado. Lamentamos o facto de ter amado com todas as forças, de ter dito incondicionalmente a verdade, até aquilo que mais custa… Parece que foi tudo uma perda de tempo!! Ou pior, graças a isso deixamos de querer acreditar nas pessoas verdadeiras...
Não façam esforços a esconder a verdade, ainda que ela seja muito dura, não será mais dura do que uma mentira. Por detrás de uma verdade está uma pessoa honesta e essa é a que nós desejamos recordar para sempre. A outra preferimos esquecer, ignorar e em muitos casos desprezar.
Enquanto muitos preferem viver uma mentira, outros continuarão a ser verdadeiros, independentemente do que possa acontecer. Não há nada melhor do que uma consciência tranquila. Não desistam, não se deixem contaminar.
Enquanto muitos preferem viver uma mentira, outros continuarão a ser verdadeiros, independentemente do que possa acontecer. Não há nada melhor do que uma consciência tranquila. Não desistam, não se deixem contaminar.
"Lembra-te que tens de morrer!"
Não apetece lembrar?
A morte continuará a ser sempre difícil de suportar e aceitar, apesar de ser uma realidade.
A vida está cheia de imprevistos de toda a espécie, que podem sofrer alterações impensáveis. A morte é certa, todos temos que morrer.
O facto é que passamos a vida em plena correria, procuramos não pensar muito, até porque na maior parte dos casos, pensar causa sofrimento. Queremos estabilizar a vida e depois, mais dinheiro. O dinheiro…depois de termos 100, queremos 200, depois do computador, o carro, a casa. Na maioria das vezes prescindimos de estar com os filhos, com os pais, com os amigos, pois precisamos de juntar mais dinheiro, mais bens. A certa altura, a vida torna-se banal e então… uma viagem, isso é que causa boa imagem, isso é que deve ser muito divertido. Pensamos ir até Lisboa, mas a Espanha fica na mira e logo que possamos queremos Brasil, Cuba, Inglaterra….
Decididamente, precisamos de mais dinheiro, temos que trabalhar mais: o carro em segunda mão já não serve, o quarto em casa dos pais é pequeno, as roupas estão fora de moda… trabalho e dinheiro, dinheiro e trabalho.
Surge um problema, que talvez muitos nem dêem conta, afinal a correria é tanta: o tempo. Não temos tempo de rezar, de estar junto de Deus, de rir, de “olhar”, de abraçar, de conversar… e depois quando menos esperamos, morremos!! Acaba tudo, pelo menos por cá. Fica cá o dinheiro, os bens e mais que tudo, as acções. E se a morte é certa, a vida é aquilo que fazemos dela. Os que cá ficam provavelmente vão gastar o dinheiro, dividir os bens, vão sentir a perda, mas vão de certeza matar as saudades recordando as acções. O tempo que se passou com os filhos, as brincadeiras com os amigos, o calor do seu corpo, o carinho das suas palavras...
O verdadeiro valor da vida está naquilo que construímos enquanto pessoas e naquilo que damos aos outros. Para tudo isto, convêm não esquecer o amor de Deus e tudo o que ele nos ensina. Ponham a vida nas mãos de Deus, não existimos por mero acaso, estamos aqui para construir. E o tempo, é necessário.
A morte continuará a ser sempre difícil de suportar e aceitar, apesar de ser uma realidade.
A vida está cheia de imprevistos de toda a espécie, que podem sofrer alterações impensáveis. A morte é certa, todos temos que morrer.
O facto é que passamos a vida em plena correria, procuramos não pensar muito, até porque na maior parte dos casos, pensar causa sofrimento. Queremos estabilizar a vida e depois, mais dinheiro. O dinheiro…depois de termos 100, queremos 200, depois do computador, o carro, a casa. Na maioria das vezes prescindimos de estar com os filhos, com os pais, com os amigos, pois precisamos de juntar mais dinheiro, mais bens. A certa altura, a vida torna-se banal e então… uma viagem, isso é que causa boa imagem, isso é que deve ser muito divertido. Pensamos ir até Lisboa, mas a Espanha fica na mira e logo que possamos queremos Brasil, Cuba, Inglaterra….
Decididamente, precisamos de mais dinheiro, temos que trabalhar mais: o carro em segunda mão já não serve, o quarto em casa dos pais é pequeno, as roupas estão fora de moda… trabalho e dinheiro, dinheiro e trabalho.
Surge um problema, que talvez muitos nem dêem conta, afinal a correria é tanta: o tempo. Não temos tempo de rezar, de estar junto de Deus, de rir, de “olhar”, de abraçar, de conversar… e depois quando menos esperamos, morremos!! Acaba tudo, pelo menos por cá. Fica cá o dinheiro, os bens e mais que tudo, as acções. E se a morte é certa, a vida é aquilo que fazemos dela. Os que cá ficam provavelmente vão gastar o dinheiro, dividir os bens, vão sentir a perda, mas vão de certeza matar as saudades recordando as acções. O tempo que se passou com os filhos, as brincadeiras com os amigos, o calor do seu corpo, o carinho das suas palavras...
O verdadeiro valor da vida está naquilo que construímos enquanto pessoas e naquilo que damos aos outros. Para tudo isto, convêm não esquecer o amor de Deus e tudo o que ele nos ensina. Ponham a vida nas mãos de Deus, não existimos por mero acaso, estamos aqui para construir. E o tempo, é necessário.






